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O TOTAL DE PACIENTES COM O VÍRUS INFLUENZA H1N1 MORTOS ESTE ANO CHEGOU A 144 NA REGIÃO SUL DO PAÍS. NESTA QUINTA-FEIRA (26), A SECRETARIA DE SAÚDE DE SANTA CATARINA CONFIRMOU MAIS DEZ MORTES – NOVE DELAS OCORRIDAS ANTES DO ÚLTIMO DIA 19. A DÉCIMA MOR

 Essas 11 mortes não estão contabilizadas no balanço do Ministério da Saúde divulgado ontem, que contém dados das secretarias estaduais de Saúde até dia 21 e que contabilizava 210 óbitos em todo o país. Das 144 mortes registradas em 2012 na região, 72 ocorreram em Santa Catarina, 47 no Rio Grande do Sul e 25 no Paraná, que divulgará novo boletim na segunda-feira (30). Em todo o país, de janeiro até o último dia 21 de julho, houve 210 mortes causadas pela Influenza A (H1N1) – gripe suína. Esse número corresponde a 10,2% do registrado em 2009, quando 2.060 pessoas morreram no Brasil em razão da doença. Na Região Sul, as 144 mortes deste ano equivalem a 18,2% do total das 789 verificadas em 2009. O fim da pandemia foi decretado em agosto de 2010 pela Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com o Ministério da Saúde, é possível afirmar que o pico da doença este ano foi ultrapassado. Nesta quinta-feira, o ministério reforçou a orientação para que os médicos receitem o antiviral oseltamivir, conhecido pelo nome comercial Tamiflu, a todos os pacientes com síndrome gripal residentes em estados com maior circulação do vírus Influenza H1N1, mesmo antes de resultados de exames laboratoriais ou sinais de agravamento da doença. A pasta também divulgou um cartaz com orientações específicas aos médicos. Todos os estados e municípios estão abastecidos com o oseltamivir. O governo federal repassou às secretarias estaduais de saúde 418,8 mil caixas do remédio. Cada caixa contém dez comprimidos, suficientes para um tratamento completo. A síndrome gripal é caracterizada pelo surgimento simultâneo de febre e tosse ou dor de garganta, dor de cabeça, muscular ou nas articulações. O antiviral, que reduz as chances de que a doença evolua para um caso grave, tem maior eficácia quando tomado nas primeiras 48 horas desde o início dos sintomas. (Fonte: Fernando César Oliveira/ Agência Brasil)

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