AO LONGO DOS ANOS, A EXPLORAÇÃO DE RECURSOS NATURAIS E MUDANÇAS CLIMÁTICAS PROVOCAM OS MAIS VARIADOS IMPACTOS NOS ECOSSISTEMAS E, EM DIVERSOS CASOS, A DEGRADAÇÃO DA TERRA E REDUÇÃO DA OFERTA DE ÁGUA. ESSES PROCESSOS, QUANDO SE INTENSIFICAM, PODEM LEV
Para discutir os impactos das mudanças climáticas e aquecimento global no meio ambiente e na agricultura e apresentar alternativas para a redução dessas adversidades, o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) promove nesta terça-feira (03/04), a 3ª Reunião Técnica do Cemaden, em Fortaleza (CE). O diretor do Departamento de Combate à Desertificação da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Campello, faz no encontro apresentação sobre mudanças climáticas e políticas de combate à desertificação. Segundo o representante do MMA, a estratégia brasileira no combate ao problema está no Plano de Ação Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, que reflete os compromissos do país perante a Convenção das Nações Unidas para o Combate a Desertificação. “Todos os estados afetados – os nove do Nordeste, além de Minas Gerais e Espírito Santo -, estão com seus planos de combate elaborados e já sendo executados”, diz. Os planos foram desenhados com o objetivo de focar nas práticas sustentáveis para valorizar o homem no processo de conservação e assegurar o desenvolvimento regional. Inclusão produtiva – Cada plano estadual resulta em um conjunto de iniciativas, apoiadas pelo Ministério do Meio Ambiente, com o objetivo de promover ações de inclusão produtiva sustentável nas regiões mais afetadas pela seca. “Para fortalecer a ação, foram implantados mais de 27 projetos nesses estados, com investimentos de R$ 20 milhões, voltados à segurança alimentar, energética e hídrica nas áreas susceptíveis à desertificação”, destaca. As ações de fomento estadual foram obtidas por meio de articulações com o Fundo Clima, Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal, Fundo de Desenvolvimento Florestal e Fundo Nacional do Meio Ambiente. A iniciativa também conta com a cooperação técnica do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).
Créditos : HTTP://NOTICIAS.AMBIENTEBRASIL.COM.BR/CLIPPING/2012/04/04/81879-SECA-ATINGE-17-DA-POPULACAO.HTML
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