O CHEFE DO ESCRITÓRIO REGIONAL DO INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANÁ (IAP), MAURO BRAGA, DIVULGOU NA TARDE DE ONTEM UM BALANÇO PARCIAL DOS PRIMEIROS DIAS DA OPERAÇÃO VERÃO QUE VEM SENDO REALIZADA NA REGIÃO. CERCA DE 300 QUILOS DE PEIXE E 70 MOLINETES FORA
Os fiscais têm contado com o apoio de um avião monomotor com aparelho de GPS, (Sistema de Posicionamento Global) que tem facilidade para voos rasantes e que está mapeando as áreas degradadas da região. Posteriormente as equipes vão aos locais flagrados e aplicam as multas e acabam com as infrações.
Braga explicou que além desse recurso, o IAP tem contado com o apoio do serviço de inteligência da Polícia Ambiental (Força Verde). Um exemplo da integração foram as prisões realizadas no final de semana.
Quatro homens foram flagrados fazendo pesca predatória nas proximidades da Usina de Rosana. Um deles conseguiu fugir, mas já foi identificado. Os outros três foram autuados em flagrante e se encontram presos na delegacia de Nova Londrina.
Nos próximos dias os fiscais continuarão fazendo o trabalho por terra, nos locais onde o avião flagrou irregularidades. Além disso, equipes continuarão percorrendo trechos dos rios da região para proibir a pesca predatória.
“Não iremos parar a fiscalização. A tendência é de agir com mais rigor. Iremos atrás de áreas onde foram detectadas queimadas e em Áreas de Preservação Permanente (APP) que estão com gado pastando”, disse Braga.
O chefe do IAP lembrou do rigor da lei que além de multar, também apreende o material utilizado para a pesca predatória. Braga citou o exemplo de um pescador que teve sua lancha apreendida depois que foi flagrado pescando apoitado nas proximidades de Porto Rico.
“Todo o material que aprendemos no momento do flagrante da pesca predatória não é devolvido para seus proprietários. Inclusive barcos, lanchas e motores”, finalizou Braga.
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