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NÚMERO DE VAGAS COM CARTEIRA ASSINADA CRESCE DESDE 2000, MAS DE FORMA DESIGUAL. EM POSTOS MAIS BEM REMUNERADOS, DEMISSÕES SUPERAM AS CONTRATAÇÕES

O número de empregados com carteira assinada no Brasil aumenta desde 2000. Nesses quase 12 anos, o mercado formal absorveu 14,7 milhões de pessoas, o que resultou em avanços na qualidade de vida da população, em uma significativa ampliação da classe média e, consequentemente, no desenvolvimento de um novo e cobiçado público consumidor. No entanto, essa expansão do emprego ocorreu de forma desigual em termos de salário: os novos postos de trabalho se concentraram em vagas de baixa remuneração, que pagam no máximo dois salários mínimos mensais – o equivalente, hoje, a R$ 1.090. Para quem pensa em ingressar numa empresa ganhando mais que isso, o mercado encolheu.

Segundo dados levantados pela Gazeta do Povo na base on-line do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), entre janeiro de 2000 e outubro de 2011 o país criou 18,5 milhões de empregos de até dois mínimos e, em sentido oposto, fechou 3,8 milhões de vagas mais bem remuneradas. Coordenado pelo Ministério do Trabalho, o Caged registra as contratações e demissões de trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) – não inclui, portanto, militares e funcionários públicos estatutários.

Créditos : HTTP://WWW.GAZETADOPOVO.COM.BR/ECONOMIA/CONTEUDO.PHTML?TL=1&ID=1202148&TIT=MERCADO-SO-GERA-EMPREGO-QUE-PAGA-ATE-DOIS-SALARIOS


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