OS NÚMEROS OBTIDOS NO PRIMEIRO SEMESTRE DESTE ANO PELA COOPERATIVA DE CRÉDITO SICREDI UNIÃO PR, APRESENTADOS RECENTEMENTE PELO PRESIDENTE WELLINGTON FERREIRA, DEMONSTRAM QUE A COOPERATIVA MANTÉM-SE EM RITMO DE FORTE CRESCIMENTO. COM 59 UNIDADES DE
Ao final dos primeiros seis meses de 2011, registrou R$ 370,6 milhões em depósitos totais, 14% a mais que os R$ 325,3 alcançados em dezembro de 2010. Em igual período, os recursos totais subiram 12%, de R$ 503,2 milhões para R$ 564,6 milhões; as operações de crédito avançaram 4%, de R$ 432,8 milhões para R$ 448,3 milhões. Seguindo a mesma linha de comparação (dezembro/2010 a julho/2011), o número de associados registrou incremento de 8%, de 46,9 mil para 50,6 mil.
CONQUISTAS - Conforme Wellington Ferreira, essa expansão vigorosa “demonstra a grande receptividade em relação ao cooperativismo de crédito que, a cada dia, conquista novos espaços”. Ele sustenta que “o potencial é imensurável” e que a instituição sob o seu comando “está apenas começando”.
Ferreira não exagera. O sistema, um ilustre desconhecido da população há duas décadas, já responde por 2% do movimento das instituições financeiras no país e 10% no Paraná, porcentual que tende a continuar evoluindo nos próximos anos. Não se imagina que um dia ele se compare aos modelos da Europa ou dos Estados Unidos, onde organizações cooperativistas chegam a deter mais de 80% de participação (caso do holandês Rabobank, aliás, o principal parceiro do Sicredi no Brasil). Mas, continuando nessa toada, falando só pela Sicredi União PR, a perspectiva é das mais promissoras.
“VENHA SER DONO” - Nos últimos anos, a cooperativa que investe em pequenas, médias e grandes cidades de sua região, já faz sombra a poderosas instituições em Maringá, Paranavaí e Cianorte, sustentando mais de 10% de participação. Em outras, como Floresta, situada em região ricamente agrícola, 80% da população ativa leva seus recursos para a Sicredi. O desafio agora é avançar em Londrina, a segunda maior metrópole do Paraná, onde a cooperativa desembarcou no início de 2010.
“Venha ser dono”, sugere o presidente, fazendo referência ao grande diferencial do cooperativismo de crédito, que não tem clientes como bancos convencionais, mas associados.
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