AS CHUVAS DE OUTUBRO EM SANTA CATARINA CAUSARAM PREJUÍZOS DE R$ 506 MILHÕES, INFORMOU A DEFESA CIVIL. DESSES, R$ 426 MILHÕES SÃO RELATIVOS A DANOS PRIVADOS E R$ 80 MILHÕES, A BENS PÚBLICOS.
As chuvas de outubro em Santa Catarina causaram prejuízos de R$ 506 milhões, informou a Defesa Civil. Desses, R$ 426 milhões são relativos a danos privados e R$ 80 milhões, a bens públicos. Foram danificadas 13 mil casas, 151 instalações públicas, incluindo escolas, e 1.377 estruturas como pontes e estradas. Para ajudar as famílias que foram afetadas diretamente, foram investidos R$ 1.430.360,67 vindos do Ministério da Integração, informou a Defesa Civil catarinense. Esse dinheiro foi usado na compra de itens de assistência humanitária: colchões, travesseiros, cobertores, cestas básicas, kits de limpeza, kits de higiene e água. Os municípios de Abelardo Luz, Agronômica, Aurora, Bom Jardim da Serra, Caxambu do Sul, Chapecó, Ituporanga, Laurentino, Lebon Régis, Lontras, Presidente Getúlio, Quilombo, Rio do Oeste, Rio do Sul, São Miguel do Oeste,Taió, Três Barras e Xanxerê foram beneficiados com itens de assistência. Balanço – Balanço divulgado pela Defesa Civil do período entre 8 e 31 de outubro apontou registro de danos provocados por chuvas e vendavais em 111 municípios, dos quais 42 decretaram situação de emergência. Em todo o estado, 157.500 pessoas foram afetadas de alguma forma. Quatro pessoas morreram e 42 ficaram feridas. Outras 68 ficaram doentes. Foram afetadas 13 mil residências. Foram contabilizadas 28.660 pessoas desalojadas (em casa de amigos ou parentes) e 2.811 foram para abrigos. Alerta da Defesa Civil – Apesar da trégua nos temporais que atingem o estado há 40 dias, a Defesa Civil alerta que o risco de deslizamentos de terra continua no estado. Isso porque a chuva fraca e constante mantém o solo encharcado, o que favorece acidentes. Segundo a Defesa Civil, moradores podem observar três sinais de que o local pode ter risco de desmoronamentos: inclinação de árvores ou postes, rachaduras no solo ou em imóveis e o aparecimento de pontos de drenagem nas encostas, o que indica infiltração acentuada. “A volta da estabilidade no tempo não significa que os riscos foram eliminados. Temos que permanecer em alerta porque o risco só vai diminuir após um período prolongado de tempo firme”, declarou o diretor de Prevenção da Defesa Civil, major Fabiano de Souza. O trecho que fica na altura do km 108 da BR-116, em Monte Castelo, no Norte catarinense, vai ficar bloqueado na próxima semana, entre terça (10) e sexta-feira (13), informou a Polícia Rodoviária Federal. Por causa do solo encharcado, há risco de desabamentos na Serra do Espigão. Para que sejam feitas obras emergenciais, cerca de 300 toneladas de materiais deverão ser removidos do local. Os bloqueios da próxima semana vão ocorrer das 8 às 12h e das 13h30 às 19h, períodos em que serão feitos os trabalhos, segundo a PRF. Motoristas deverão utilizar desvio. (Fonte: G1)
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